1 de ago de 2017

Escolha seu nicho.


Não existe essa: eu gosto de tudo. Sempre foi assim, sempre tive múltiplos interesses. Dizia que queria ser professora de história, diretora de escola, artista, roteirista, talvez arquiteta e, se sobrar tempo, me alistar e ter uma carreira militar. No fim das contas fui ser designer, que faz um monte de coisas. 

Em algum momento da sua vida você é obrigado a fazer escolhas, se enquadrar em uma categoria. Essas categorizações se tornam cada vez mais específicas, apesar de eu entender a importância dessa especialidade, eu ainda sou adepta da do multi, do plural.

Porém todavia no entanto, é importante que eu fique mais focada para desenvolver mais minhas habilidades e conhecimentos nas áreas que tenho interesse. Às vezes sabemos que as pessoas manjam de algo, ou estudo um assunto ou demonstram certas coisas que queremos saber como é, como conseguir, aprender, e sendo assim, lancei o uma perguntinha no stories do meu insta e algumas pessoas já me responderam. Mas quero ampliar isso: O que você quer que eu compartilhe? 

O que você acha que é importante eu compartilhar? O que acha interessante? O que acha que eu sei? Vocês podem colocar aqui nos comentários, me mandar e-mail, mensagem em outras redes sociais ou, se quiser dar uma resposta mais anônima, é só enviar no curious cat! O link é esse: https://curiouscat.me/estersabino


Aguardo ansiosamente a opinião de todos!

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10 de mai de 2017

Porta-memórias


Claramente "blogueira" não está entre as cinco palavras que me classificam pois certamente é merecedora desse título quem, ao menos, faz um post por mês, hahaha. Mas manter o link desse blog em algumas redes sociais me faz crer que isso aqui tem algum propósito, e aqui tem tanta causos...

Depois da balela introdutória, como sempre, eis o que justifica essa postagem: por que ter um blog?

Eu tenho blog desde os meus 12 anos. Eu queria criar um flog, mas blog era a palavra mais aproximada de flog que eu vi no menu da AOL. Nessa época descobri a internet e meus pais ficavam loucos pois eu passaria a ficar mais de 1 hora online e, oras, internet discada, o telefone ficava off, então eu tinha que convencer que o que eu fazia ali era muito importante.

Ctrl+c e V foram um grande avanço na minha vida. Eu digitava todo o código para colocar os gifs piscantes feitos pela falecida Candy Dolls. Eu nunca tive dificuldade para escrever pois inventar assunto era o que eu mais fazia para manter o blog. Também o blog sempre foi um meio de expressão: sempre fui fechadona, e expor aqui o que eu vivencio, acredito sempre foi uma boa ideia.

Depois de ler esse texto do Pablo Cerdeira, reafirmo ainda mais: tenham um blog! Eu fico encabulada toda vez que alguém fala que leu meu blog, mas poxa, aqui só está em texto e imagens selecionadas o que, certamente, eu contaria para alguém em uma conversa descompromissada. Pablo diz em seu texto:

"(...)você não precisa ser alguém com conteúdo original para ter seu próprio blog. E nem é preciso ter a ambição de ter um blog super visitado. Basta que você queira ter maior controle sobre seu conteúdo, em especial se você está pensando no médio e longo prazo. Pense em um blog não necessariamente como um site de uma empresa, que tem que estar sempre atualizado. Pense mais como um espaço seu aberto a quem interessar, que você controla, e que pode servir como uma espécie de backup das coisas que você acha interessante e que gostaria de compartilhar com os outros."

Que assim seja para todos! Por mais que ter um blog virou uma oportunidade de carreira, quantos blogs perdem a identidade justamente por ter fins além do de ser um "porta-memórias"?

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22 de mar de 2017

Hostel em Florianópolis

O ultimo post da série de Florianópolis, depois de meses, é o que eu relato sobre o Hostel que eu me hospedei, o hostel Sunset Backpackers, na Lagoa da Conceição. Então senta que lá vem história...

Eu nunca tinha passado pela experiência de ficar em hostel. Como eu estava em grupo e tinha gente articulando a hospedagem, resolvi confiar e fui. Toda a articulação de reserva e negociação de preço foi ótima, a colega que organizou foi maravilhosa e o hostel pareceu atrativo frente a concorrência. Eramos mais de 10 pessoas e a diária saiu por R$ 35, mais umas cortesias como internet, café da manhã e uma caipirinha por dia no bar do hostel.

Bar do Hostel


Um pouco da vista do bar

Uma selfie de um dos "mirantes" do hostel

Quando chegamos eu já comecei a me assustar. O lugar é muito diferente: a entrada do hostel fica no topo de um morro e o mesmo "cresce" ladeira a baixo depois dessa entrada. Para ir para os quartos você tem que descer uma escada de pedra cansativa, um pouco irregular e descoberta. Horrível pra quem tá com mala, terrível para subir depois, terrível em dia de chuva... Ficamos em um quarto misto, super simples, pouco confortável, não tão asseado e seguro. Não tinha onde guardar os pertences com segurança e mesmo tendo muita gente de um mesmo grupo, houve uma rotatividade de gente desconhecida no nosso quarto que não estava previsto.

Não tinha banheiro no quarto e um dos lugares disponíveis para tomar banho era, literalmente, uma cabana com chuveiro, fazendo com que fosse necessários as pessoas atravessarem para ir até lá. Ah, se é uma cabana, então o lugar não era fechado, moderno... Não era convidativo tomar banho a noite ali e, pra gente que foi em Floripa no Inverno, também estranhamos a proposta de banho, hehe.

Resumindo e sendo bem direta, é um lugar que eu me hospedaria novamente apenas se fosse para ficar em um quarto mais privativo, se fosse muito barato ou alguma grande cortesia e se meu interesse fosse apenas ir nas praias que cito logo abaixo. A expectativa criada pelas fotos do hostel na internet decepcionam mesmo. Talvez lá não seja um hostel para se hospedar no inverno e para quem não está acostumado em fazer mochilão. Cogitar me hospedar lá outra vez é porque teve alguns pontos a favor que considero:
 - O bar do hotel é ótimo. Comida deliciosa. A caipirinha cortesia (até um certo horário) não é a mais interessante que já tomei, mas valia para dar uma aquecida. O lugar também tem uma vista linda;
 - Essa vista linda é ainda melhor no café-da-manhã. O café é bem simples, sem muita variedade, mas eles tinham uns pães tão gostosos, que também fazia valer;
Lanche maravilhoso do bar

 - A localização, apesar de um morro hiper chato pra subir a pé, fica relativamente perto da Lagoa. Descemos de ônibus que para bem na porta para do hostel para o centrinho da Lagoa, mas na volta (a experiência contada no post anterior) fiz a pé. Achei tranquilo e fui meio ousada andando ali a noite só. Mas não senti perigo!;
Ainda no ponto localização, o hostel fica praticamente em frente a dois pontos legais: a trilha que leva a praia do Gravatá e a praia do Mole. Antes de ir para o aeroporto, fiz a trilha e fiquei alguns minutos na praia. A trilha não é cuidada, não espere algo pré-estabelecido. Mas não é impossível. Acho que foram uns 30 min de caminhada, mas valeu!

Foto panorâmica da vista da Praia do Mole (esquerda) e Praia do Gravatá (direita)


Praia do Gravatá



É isso. Não tem muito o que dizer. Depois dessa experiência, indico SEMPRE dar uma olhada nas avaliações na internet. O que eu li de comprometedor sobre o lugar (até hoje, antes de escrever esse post), eu realmente entendo e considero. Mas também entendo o serviço frente o valor. Uma experiência relatada vale mais que mil fotos!

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